O que é isto?


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A União de Assistência e Proteção dos Animais de Andradas (UAPAA) completou em 18 de março dez anos desde que foi criada por um grupo de pessoas que desenvolviam há anos medidas práticas para a proteção e recolhimento de animais abandonados na cidade.

Presidida por Iolanda Silvério, conhecida como Landinha, a entidade continua com o mesmo zelo desde o início, com sacríficios temporais e financeiros do voluntários, e por segmentos restritos da comunidade sensibilizados com a iniciativa, e com o grande número de animais que povoam constantemente as ruas da cidade. A UAPAA incentiva a castração para conter a proliferação dos animais abandonados ao estabelecer uma parceria com veterinários da Faculdade Anhanguera, clínicas veterinárias andradenses e administração municipal que custeia parte dos procedimentos veterinários, assim como a posse responsável dos animais, tentando identificar os responsáveis pelos abandonos dos animais em vias públicas.


Como os animais chegam à UAPAA


Muitos animais são recolhidos das ruas andradenses com problemas diversos como sarna, piolhos, cinomose, raiva, além dos atropelados, com cortes, espancados a pauladas, desidratados e literamente morrendo de fome.

Normalmente, os voluntários usam os próprios carros para recolher estes animais que poderiam passar doenças para eles e para outras pessoas se ficassem nas ruas. O espaço físico da entidade é destinado a 20 animais entre cães e gatos, mas atualmente há 66 abrigados. "O espaço funciona como uma cadeia pública, superlotada", explica Landinha. "Fora os animais que levamos para casa e os que meus alunos acabam adotando, porque do contrário a situação estaria pior ainda", completa Marisa Fernandes Andrade Gonçalves, personal trainer e tesoureira da UAPAA. Somados os cachorros e gatos, que foram adotados pelos treze voluntários diretamente ligados à UAPAA, o número de animais tutelados chegam a 130.

Além dosque são pegos nas ruas, há os que são são deixados na porta da entidade. "Recebemos ninhadas inteiras de gatos e cachorros", contam.

Levados à UAPAA gatos e cachorros abandonados recebem banho, água, comida e medicamentos.


Rodoviária é usada como ponto de abandono


Se já não bastasse a incompatibilidade da rodoviária de Andradas com as necessidades atuais, como um espaço maior que desafogaria a região dos ônibus que ocupam mais espaço do que deveriam nas ruas das proximidades, ela também é usada como local para o descarte de cachorros.

"Já recolhemos muitos cachorros na rodoviária com sarna e outras doenças. Carros já foram vistos abandonar três cachorros de uma só vez durante à noite", relata Landinha.

"Um dos cachorros que pegamos tinha tantos piolhos que chegavam a subir nos meus braços", conta Marisa que disse também que o marido dela já recolheu vários cachorros na estrada para Poços de Caldas.

"Eles fazem isso de propósito: abandonam na estrada para os cachorros serem atropelados", indigna-se Landinha.

"Fora o risco disso terminar em acidente", completa.

Mais de seis mil animais já passaram pela UAPAA

Os gatos e cachorros que passaram pela UAPAA e foram esterilizados, doados, recolhidos e mesmo os que já morreram na entidade chegam a seis mil. Evidentemente, nada disso aconteceria se os animais fossem castrados e não fossem deixados nas ruas.


Os animais são um problema?


"Não, o problema é o ser humano que faz tantas barbaridades com bichos indefesos. Os animais, sim, têm solução e recompensam todo o esforço feito por eles", fala Landinha. "Não tenho medo de doenças. Nunca tive nada, meus anticorpos são fortes talvez pela vontade de salvá-los do sofrimento", também comenta Marisa.


Proteção legal


"Se não há lei nem pra gente, como esperar que haja para os animais?", frisa Landinha que ficou fora do país por cerca de 10 anos e desde que retornou a Andradas se dedica à entidade.

"Quando descobrimos quem é largou ou maltratou o animal, registramos um boletim de ocorrência, mas pouco adianta", comenta.

Ela enfatiza, no entanto, que uma lei municipal proíbe o sacrifício, coincidente com leis em vigor em todo o Brasil que proíbem a mesma medida.

Como ajudar

As doações que podem ser feitas em materiais de limpeza, panos de chão, antibióticos, iodo e outros medicamentos, assim como seringas descartáveis e rações, podem ser feitas na Rua F, esquina com Avenida Marginal, no Bairro do Horto.

O ideal, no entanto, é que antes de adquirir um animal seja feita a adoção destes animais, que são entregues, segundo regras da UAPAA, castrados gratuitamente para os novos donos. Em algumas cidades é proibido o comércio de animais, o que aumenta o número de adoções. A entidade também aceita voluntários dispostos a trabalhar na própria sede para a limpeza e conservação da estrutura.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (35) 3731-3449

24/03/2009 Publicada por Samambaiando


Maria Helena, não é verdade. Há muitas fêmeas lá, inclusive algumas chegam em estado precário com cinomose, espancadas e algumas são jogadas até com ninhadas inteiras. Quem paga essa conta? A maior parte vem das diretoras e dos colaboradores. Não ficam todos os animais que deveriam ficar lá por falta de espaço. Seria ótimo se todos os animais que estão soltos na cidade ficassem lá dentro, mas os voluntários, que tiram do próprio bolso para manter a entidade, fazem além do que podem, embora seja um esforço insuficiente. A Prefeitura é quem tem que doar uma área maior para resolver este problema e fazer castrações gratuitas. Só assim esse problema será controlável.

13/11/2009 21:41 Alexandre alexandrepastre@yahoo.com.br

e uma vergonha ela prende os mancho e solta as femea vai la so p/conferir

25/10/2009 00:16 maria helena mariahelena@hotmail .com

gostaria de um cão pyt bull si tever algum ainda novona prefiro femea dexe rekado abrigado

01/04/2009 13:26 rogerio rogerio_frem@hotmail.com

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